GNB: Guiné-Bissau
O código GNB representa a Guiné-Bissau no sistema de codificação ISO 3166-1 alfa-3, norma internacional publicada pela Organização Internacional de Normalização que atribui códigos de três letras a países e territórios. Este código encontra-se em vigor desde a independência do país em 1974 e é utilizado por organizações internacionais, incluindo a FIFA, para identificar a Guiné-Bissau em competições e documentação oficial.
O GNB nas declarações alfandegárias e no comércio externo
O código GNB surge em múltiplos contextos internacionais. Nas transações comerciais e aduaneiras, identifica a origem ou destino de mercadorias nas declarações alfandegárias. No Campeonato do Mundo de Futebol e nas restantes provas da FIFA, é utilizado para designar as selecções da Guiné-Bissau. Aparece também em bases de dados estatísticas de organizações como as Nações Unidas, o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional, facilitando a uniformização de informação entre diferentes sistemas informáticos.
Guiné-Bissau: os outros códigos ISO
A Guiné-Bissau dispõe também de outros códigos no sistema ISO 3166-1. O código alfa-2 é GW, composto por duas letras, frequentemente utilizado em formulários e aplicações que requerem maior brevidade. O código numérico é 624, usado principalmente em sistemas informáticos onde a representação numérica é preferível. O domínio de internet de topo é .gw, correspondente ao código alfa-2.
Nos Jogos Olímpicos não é GNB, é GBS
O COI usa GBS, Guiné-Bissau, e a ISO GNB. É uma das quatro discrepâncias que afectam países de língua portuguesa, ao lado de Angola (ANG/AGO), Portugal (POR/PRT) e Guiné Equatorial (GEQ/GNQ). O Comité Olímpico Internacional montou a sua lista antes de existir a norma ISO 3166 e nunca a alinhou com ela: mudar o código de um país obrigaria a reescrever décadas de registos desportivos.
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