CoLAB o que significa esta sigla?
Em Portugal, CoLAB designa os Laboratórios Colaborativos, uma figura criada para aproximar a investigação científica das empresas. Em contexto informático, as mesmas letras são a plataforma Google Colab.
1.CoLAB: Laboratório Colaborativo
É uma entidade que junta instituições científicas, empresas e outras organizações num projecto comum, com o objectivo declarado de criar emprego qualificado a partir de investigação. Não é um centro de investigação clássico nem um departamento de empresa: é uma estrutura intermédia, com financiamento e avaliação próprios.
O problema que veio resolver
Portugal produzia investigação científica em volume razoável e transferia pouco para o tecido empresarial. Os laboratórios colaborativos nasceram precisamente nessa fronteira, e é por isso que se organizam por áreas com peso económico: mar, construção, agroalimentar, saúde, digital.
São reconhecidos e acompanhados pela agência nacional de inovação, e cada um usa a sigla no seu próprio nome, o que multiplica as suas aparições em notícias sectoriais.
2.Colab: a plataforma da Google
É o ambiente em linha da Google para executar código Python no navegador, muito usado em ciência de dados, aprendizagem automática e ensino, porque não exige instalar nada e dá acesso a capacidade de cálculo sem ter máquina própria.
É a leitura dominante em qualquer contexto técnico internacional, e explica que uma pesquisa pela sigla devolve as duas coisas misturadas.
Onde vai encontrar a sigla
- Numa notícia sobre inovação, empresas e investigação em Portugal. É um Laboratório Colaborativo.
- Num tutorial de programação ou de análise de dados. É o Google Colab.
Escreve-se com o L maiúsculo
A grafia corrente em português é CoLAB, com o «Co» de colaborativo destacado, e assim aparece nos nomes das entidades e na documentação oficial. É um detalhe que ajuda a distinguir por escrito das outras leituras: a plataforma da Google escreve-se Colab, sem o realce interior.
Onde a sigla aparece
Em notícias de inovação e transferência de tecnologia, em candidaturas a financiamento e nos próprios nomes das entidades, que a incorporam. Fora de Portugal a leitura é sempre a plataforma, e essa assimetria explica por que uma pesquisa em português devolve resultados que uma pesquisa em inglês não devolve.
