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IRM: Imagem por Ressonância Magnética

IRM – Imagem por Ressonância Magnética é um exame imagiológico não invasivo que utiliza campos magnéticos potentes e ondas de radiofrequência para obter imagens detalhadas das estruturas internas do corpo humano, particularmente tecidos moles, órgãos e sistema nervoso. Em Portugal, a IRM constitui um dos meios complementares de diagnóstico mais solicitados em contexto hospitalar e clínico, sendo frequentemente prescrita por médicos especialistas para investigação de patologias neurológicas, ortopédicas, oncológicas e cardiovasculares. Este exame é realizado em equipamentos específicos designados por ressonância magnética nuclear, disponíveis tanto no Serviço Nacional de Saúde como em unidades privadas.

IRM numa prescrição significa ressonância magnética

Quando um utente do sistema de saúde português recebe uma prescrição médica com a indicação “IRM”, significa que o médico solicitou a realização deste exame imagiológico para complementar o diagnóstico. Por exemplo, numa carta de referenciação hospitalar pode ler-se: “Solicito IRM cerebral para exclusão de lesões desmielinizantes” ou “Recomenda-se IRM da coluna lombar para avaliação de hérnia discal”. Nos relatórios clínicos, a expressão aparece abreviada, como em “IRM evidencia enfarte agudo do miocárdio” ou “aguarda realização de IRM”. A sigla é universalmente reconhecida pelos profissionais de saúde em Portugal e consta nos sistemas informáticos hospitalares para marcação de exames.

Qual a diferença entre IRM e TAC?

Embora tanto a IRM como a TAC (Tomografia Axial Computorizada) sejam exames imagiológicos que produzem imagens detalhadas do interior do corpo, diferem substancialmente na tecnologia utilizada. A TAC recorre a raios-X e radiação ionizante para gerar imagens, enquanto a IRM utiliza campos magnéticos e ondas de rádio, não envolvendo radiação.

A IRM é particularmente superior na visualização de tecidos moles, cérebro, medula espinal e articulações, ao passo que a TAC é mais rápida e adequada para detectar fracturas ósseas, hemorragias agudas e patologia pulmonar. A escolha entre ambos depende da indicação clínica específica e da disponibilidade nos serviços de saúde portugueses.

IRM – Imagem por Ressonância Magnética