AACS - Alta Autoridade para a Comunicação Social

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Índice
  1. O que significa AACS na prática?
  2. Qual a diferença entre AACS e ERC?

AACS - Alta Autoridade para a Comunicação Social é a entidade reguladora independente responsável pela supervisão dos meios de comunicação social em Portugal. Criada pela Lei n.º 53/2005, de 8 de novembro, sucedeu à anterior Alta Autoridade para a Comunicação Social que existiu entre 1989 e 2006, sendo posteriormente substituída pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) em 2006. A AACS tinha como missão assegurar o direito à informação, à liberdade de imprensa e a independência dos meios de comunicação perante o poder político e económico.

O que significa AACS na prática?

A sigla AACS aparece frequentemente em documentos históricos relacionados com a regulação dos media em Portugal, especialmente em diplomas legais e pareceres emitidos entre 2005 e 2006. Um utilizador pode encontrar referências como "parecer da AACS sobre a concessão de licenças de radiodifusão" ou "decisão da AACS relativamente ao cumprimento do direito de resposta". Em documentos mais antigos, anteriores a 2005, a mesma sigla referia-se à primeira Alta Autoridade, instituída em 1989. Atualmente, a sigla tem valor principalmente histórico, sendo a ERC a entidade competente para as mesmas matérias.

Qual a diferença entre AACS e ERC?

A principal diferença reside na evolução legislativa do modelo regulatório português. A AACS era uma entidade administrativa independente com competências limitadas ao sector da comunicação social tradicional. A ERC, criada pela Lei n.º 53/2005 e efetivamente em funções desde 2006, representa um modelo de regulação mais abrangente, integrando competências sobre meios de comunicação social públicos e privados, incluindo supervisão deontológica e regulação de conteúdos. Enquanto a AACS tinha uma estrutura mais simples, a ERC possui um Conselho Regulador com poderes reforçados e um âmbito de atuação alargado, incluindo a análise de concentrações empresariais no sector. Ambas partilham o objetivo fundamental de proteger o pluralismo e a independência dos media, mas a ERC beneficia de um quadro legal mais robusto e adaptado aos desafios contemporâneos da comunicação social.

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