LED - Light Emitting Diode

LED é a sigla de Light Emitting Diode, uma expressão em inglês que designa um componente electrónico semicondutor capaz de emitir luz. O termo foi estabelecido na década de 1960, quando os primeiros díodos emissores de luz práticos foram desenvolvidos, mas o fenómeno da electroluminescência já era conhecido desde 1907. A sigla entrou em uso comum a partir dos anos 1970, inicialmente em aplicações industriais e, posteriormente, no quotidiano doméstico.
O que significa LED em português?
Em português, LED traduz-se por díodo emissor de luz. Em Portugal, a sigla é utilizada no original inglês e pronuncia-se geralmente "éle-i-di" ou simplesmente "led" (como a palavra inglesa), sendo esta última pronúncia cada vez mais comum. Embora exista a tradução, a sigla LED prevalece tanto na linguagem técnica como no uso corrente.
Para que serve?
O LED serve para converter energia eléctrica directamente em luz, de forma muito mais eficiente do que as lâmpadas incandescentes tradicionais. Funciona através de um semicondutor que, ao ser atravessado por corrente eléctrica, emite fotões, produzindo iluminação. A sua principal vantagem reside no baixo consumo energético, na durabilidade prolongada e na capacidade de emitir luz em diferentes cores sem necessidade de filtros. Os LEDs são utilizados em inúmeras aplicações: iluminação doméstica e pública, ecrãs de televisão e telemóveis, semáforos, painéis informativos, automóveis e dispositivos electrónicos diversos. A tecnologia permite ainda criar luz branca através da combinação de diferentes cores ou do uso de revestimentos fosforescentes.
Curiosidades sobre LED
O primeiro LED prático foi criado por Nick Holonyak Jr. em 1962, enquanto trabalhava na General Electric. Inicialmente, os LEDs apenas emitiam luz vermelha de baixa intensidade e eram usados como indicadores em equipamentos electrónicos. A revolução chegou nos anos 1990, quando investigadores japoneses desenvolveram o LED azul, permitindo a criação de luz branca e abrindo caminho à iluminação LED moderna. Em Portugal, a adopção massiva desta tecnologia ocorreu a partir de 2010, impulsionada por políticas de eficiência energética e pela substituição progressiva da iluminação pública convencional.